Alagamentos em Recife expõem vulnerabilidade de imóveis e empresas

Paula Marques  - Divulgação

O período de chuvas fortes em Recife volta a expor a vulnerabilidade de imóveis residenciais e estabelecimentos comerciais diante de alagamentos e outros eventos climáticos extremos. Ruas inundadas, infiltrações, danos elétricos e perdas de mercadorias são algumas das consequências recorrentes nesta época do ano, especialmente em áreas com histórico de acúmulo de água.

Segundo dados da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), o período chuvoso na capital costuma registrar volumes pluviométricos elevados, aumentando o risco de transbordamentos e sobrecarga na rede de drenagem urbana. Nessas situações, residências e empresas ficam expostas a prejuízos estruturais, perda de móveis, eletrodomésticos, equipamentos e estoque.

Para a especialista em seguros da Mega Seguros, Paula Marques, os eventos climáticos devem ser tratados como risco financeiro real, e não como exceção. “Alagamento é caso fortuito, imprevisível. Em poucas horas, a água pode comprometer estrutura, instalações elétricas e bens. O seguro residencial ou comercial funciona como instrumento de proteção patrimonial e de continuidade financeira”, afirma.

Ela explica que muitas apólices oferecem cobertura adicional para danos causados por enchentes, vendavais e outros fenômenos naturais, desde que contratadas de forma específica. “É importante verificar se o seguro inclui cobertura para alagamento, danos elétricos e perda de bens. Cada contrato tem cláusulas próprias, e a orientação técnica evita surpresas no momento do sinistro”, destaca.

No caso de empresas, o impacto pode ser ainda maior. Além da perda de mercadorias e equipamentos, há risco de paralisação das atividades e interrupção do faturamento. “O seguro empresarial pode incluir cobertura para lucros cessantes, o que ajuda o empresário a manter compromissos financeiros enquanto o imóvel passa por reparos”, explica Paula.

No ambiente residencial, o seguro cobre danos à estrutura do imóvel, móveis e eletrodomésticos, além de oferecer assistência emergencial. “Muitas famílias só percebem a importância do seguro depois de enfrentar um prejuízo elevado. O valor anual costuma representar uma fração pequena do patrimônio protegido”, ressalta.

Outro ponto relevante é a necessidade de manutenção preventiva. Limpeza de calhas, revisão de telhados e avaliação das instalações elétricas ajudam a reduzir riscos, mas não eliminam a possibilidade de danos diante de chuvas intensas. “Prevenção estrutural e proteção securitária devem caminhar juntas”, reforça a especialista.

Com a intensificação dos eventos climáticos e a recorrência de alagamentos em áreas urbanas, especialistas defendem que o seguro residencial e comercial deve fazer parte do planejamento financeiro de longo prazo. “Seguro não é despesa supérflua. É estratégia de proteção econômica em um cenário cada vez mais imprevisível”, conclui Paula Marques.

Em períodos de chuva intensa, a combinação entre prevenção, informação e cobertura adequada pode ser decisiva para preservar patrimônio, renda e estabilidade financeira diante de casos fortuitos.

SERVIÇO:

MEGA SEGUROS

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Assessoria de Imprensa

Patrícia França

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