“Resposta nunca vista na história”, diz Waldez Góes sobre ações federais no Rio Grande do Sul um ano após a tragédia climática
Notícias do Recife, Região Metropolitana e Pernambuco, com política, serviços, cultura e jornalismo de proximidade por Evanndro Lira.
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| Ministro lembrou que os recursos destinados pelo Governo Federal ao Rio Grande do Sul superam 111 bilhões, e 80% já foram aplicados. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil |
Para o ministro, a resposta foi possível diante de uma liderança “com determinação, compromisso e presença pessoal do presidente Lula”, que criou um ministério específico para a reconstrução, centralizou a gestão na Casa Civil e demandou maior sinergia entre os Três Poderes para atender a população. O presidente esteve pessoalmente no estado pelo menos cinco vezes durante a crise, para ações de acolhimento e anúncios de ações essenciais para permitir a recuperação do estado e das perdas das famílias.
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| Resumo dos investimentos diretos do Governo Federal no Rio Grande do Sul para auxílio à crise ambiental |
HABITAÇÃO — Durante a entrevista, o ministro Waldez explicou um pouco mais sobre o Programa Compra Assistida, iniciativa do Governo Federal criada exclusivamente para atender famílias que tiveram casas destruídas ou danificadas por catástrofes naturais, como as enchentes no estado gaúcho. 2 MIL FAMÍLIAS — Até o momento, cerca de 2 mil famílias já foram contempladas com novas moradias: 1.850 já foram entregues, das quais 1.483 são resultado de aquisição assistida e 367 unidades habitacionais, que estavam em obras, foram aceleradas para atender as vítimas. Ainda pelo Compra Assistida, outras 544 unidades estão em fase final de contratação. RECURSOS GARANTIDOS - “O Governo Federal tem garantido todos os recursos para resolver os problemas de habitação, seja do Minha Casa Minha Vida, compra assistida, realocamento de pessoas ou criação de novos conjuntos habitacionais”. Góes lembrou que, muitas vezes, a unidade habitacional não está perto do local onde ocorreu a destruição do imóvel, em geral porque a área não era adequada para estabelecer residências e poderia ficar sujeita a outros desastres naturais no futuro. COMPLEXIDADES - O ministro ressaltou que a complexidade do processo exige análise técnica detalhada e que foram produzidos “milhares de laudos, individuais ou coletivos”, analisados pela Defesa Civil e pelo Ministério da Integração antes de seguirem para as decisões do Ministério das Cidades. “A gente ia revendo caso a caso. Foram muitos laudos feitos. Então por isso que para uns se resolveu mais rapidamente a compra assistida, para outros, dependendo de onde aconteceu a destruição da unidade habitacional, às vezes demora um pouco mais”, explicou.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República |
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